Eu acho que
te amo e isso já é meio evidente. Também é claro que eu não vou servir para te
ajudar nem melhorar nada. Algo novamente me preencheu e rapidamente se
esvaziou, como sempre.
E o que
fazer? Nunca sei. Ações são problemas na minha vida desde que me lembro, não
gosto de verbos. Fazer, por que sempre devemos ou sentimos vontade de fazer
qualquer coisa? Verbos, não gosto deles. Não gosto porque nunca posso tomá-los
para mim da forma que desejo. E amar? Outro verbo que perdeu um pouco de
sentido. Por quê? Não sei, só sei que verbos me incomodam, sejam eles no
passado, no presente ou no futuro, me deixam desconfortável. Agir sempre foi
algo que eu não soube, mas também, como poderia saber? Nunca agi.
Força,
inteligência, agilidade. Atributos de um jogo que também atribuímos a nós.
Atribuímos por quê? Não faço ideia, mas só sei que é assim. Uma confusão entre
tudo no mundo, entre o mundo e o tudo, entre consciente e inconsciente. Você
está consciente? ACORDA! Ouviu? Role os dados e tome sua próxima ação, ela é
decisiva para o desenrolar do jogo. Desenrole, você está muito embolado,
garoto, aquela garota não quer se embolar com você. Também, como poderia? Você
está embolado demais pra se embolar em alguém, se desenrola.
Nenhum comentário:
Postar um comentário