quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Verbo, embolado.

Eu acho que te amo e isso já é meio evidente. Também é claro que eu não vou servir para te ajudar nem melhorar nada. Algo novamente me preencheu e rapidamente se esvaziou, como sempre.
E o que fazer? Nunca sei. Ações são problemas na minha vida desde que me lembro, não gosto de verbos. Fazer, por que sempre devemos ou sentimos vontade de fazer qualquer coisa? Verbos, não gosto deles. Não gosto porque nunca posso tomá-los para mim da forma que desejo. E amar? Outro verbo que perdeu um pouco de sentido. Por quê? Não sei, só sei que verbos me incomodam, sejam eles no passado, no presente ou no futuro, me deixam desconfortável. Agir sempre foi algo que eu não soube, mas também, como poderia saber? Nunca agi.

Força, inteligência, agilidade. Atributos de um jogo que também atribuímos a nós. Atribuímos por quê? Não faço ideia, mas só sei que é assim. Uma confusão entre tudo no mundo, entre o mundo e o tudo, entre consciente e inconsciente. Você está consciente? ACORDA! Ouviu? Role os dados e tome sua próxima ação, ela é decisiva para o desenrolar do jogo. Desenrole, você está muito embolado, garoto, aquela garota não quer se embolar com você. Também, como poderia? Você está embolado demais pra se embolar em alguém, se desenrola. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário